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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Esplanada dos Ministérios By Levi Freire Jr.



Texto: Levi Freire Jr.
Fotos: Brenda Medeiros.


É no eixo monumental (Via sentido Leste-oeste) que encontramos a  Esplanada dos Ministérios, são 17 prédios idênticos que se perfilam ao longo de 16 km. Além do Itamarati (Ministério das Relações Exteriores) e o Ministério da Justiça que estão em prédios que destoam dos demais.

São nestes prédios que encontram-se os diversos Ministérios que auxiliam o Presidente da República nas tomadas de decisões. Cada um é responsável por um determinada área de competência e para que isto ocorra de forma mais proativa possui independências entre si, além de autonomia financeira, administrativa e técnica.

O primeiro Ministério a ser criado no Brasil foi o Da Justiça em 1822, o mais recente é o da Micro e Pequena Empresa (2013). Atualmente, são 39 ministérios o que vem sendo muito criticado por especialistas que afirmam que nenhum governo consegue funcionar adequadamente com tantos ministérios, além dos altos custos aos cofres públicos. 

A visão equivocada de que o governo deve regular cada aspecto da vida dos cidadãos e as alianças fisiológicas, em que os cargos são moeda corrente, são os dois pilares da estrutura paquidérmica do Executivo federal. Há décadas, os dezenove prédios alocados por Lúcio Costa na Esplanada dos Ministérios são insuficientes para abrigar adequadamente o primeiro escalão do governo - muitas pastas funcionam hoje em salas improvisadas. O presidente Fernando Collor tinha doze ministros. Fernando Henrique Cardoso elevou o número para 21. Lula deixou o cargo com 35 ministros. Dilma já criou quatro pastas. A última delas, da Micro e Pequena Empresa, foi inaugurada de forma indisfarçada, somente para acomodar o PSD, partido criado para arrebanhar oposicionistas que queriam mudar de lado. Revista Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ministerio-por-que-dilma-deveria-enxugar-a-maquina

Manter a estrutura e os funcionários das atuais 39 pastas do governo Dilma Rousseff, instaladas na Esplanada dos Ministérios e em outros prédios espalhados pela capital, custa pelo menos R$ 58,4 bilhões por ano aos cofres públicos. Esta verba, que está prevista no Orçamento Geral da União de 2013 para o custeio da máquina em Brasília, é mais que o dobro da que foi destinada ao maior programa social do governo, o Bolsa Família, que custará R$ 24,9 bilhões este ano. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/a-conta-do-inchaco-de-ministerios-no-governo-dilma-8432076#ixzz2bKBtIb5K 

Referências Bibliográficas:

A Catedral de Brasília By Levi Freire Jr

Catedral de Brasília. Foto: A. Aviz



Texto: Levi Freire Jr.
Fotos: A. Aviz.


 A Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de muito longe lembra uma igreja, sua arquitetura futurista é assinada por Oscar Niemeyer. Teve sua pedra fundamental lançada em 12 de setembro de 1958 e 12 anos depois foi inaugurada, em 31 de maio de 1970.  A estrutura é circular, são cerca de setenta metros de diâmetro e possui dezesseis colunas de concreto, uma curiosidade que temos logo na entrada é a possibilidade de “brincarmos” de telefone sem fio ao colocarmos o ouvido de um lado e na outra extremidade uma pessoa a falar bem baixinho.  

Levi Freire Jr  na nave central da catedral de Brasília. Foto: A. Aviz

No centro da nave, que tem capacidade para abrigar 4 mil pessoas. Encontramos três anjos que fazem alusão aos três arcanjos citados na bíblia: Miguel, Gabriel e Rafael. Eles estão elevados a 40 metros do solo, suspensos por cabos de aço. Foram esculpidos por Dante Croce e Alfredo Ceschiatti, est último é o mesmo artista que esculpiu a escultura ”A Justiça” que está em frente ao STF.

Ainda na nave central encontramos peças emblemáticas, como: replica de Pietá inspirada na obra de Michelangelo que encontrasse na basílica de São Pedro em Romam e a cruz em madeira utilizada na primeira missa, oficial, para a inauguração da futura capital federal.

Pietá. Foto: A. Aviz
Capitulo a parte são os 04 evangelistas em bronze,  medindo 4 metros cada um (Mateus, Marcos, Lucas e João), localizados na praça de acesso ao templo. São obras do artista Alfredo Ceschiatti e Dante Croce.

Levi Freire Jr na Catedral de Brasília. Anjos de Alfredo Ceschiatti. Foto: A. Aviz

Também na praça encontramos o Campanário desenhado por Oscar Niemeyer, este só foi inaugurado sete anos após a inauguração da catedral, em 1977. O campanário possui 20 metros de altura e possui 4 sinos que foram doados pelo governo da Espanha. Um dos sinos é chamado de Pilarica em referencia a Nossa Senhora do Pilar e os outros três uma alusão as caravelas de Cristovão Colombo os quais são denominados de: Ssanta Maria, Pinta e Nina.  Continuam em funcionamento e desde 1987 são controlados eletronicamente, soando às 06h, 12h e 18h.

Levi Freire Jr na entrada da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Foto: A. Aviz


Referências Bibliográficas:

< http://catedral.org.br/guia>. Acesso em 07 agosto 2013. 

Visita ao Congresso Nacional By Levi Freire Jr

Levi Freire Jr. Congresso Nacional - Brasília - Distrito Federal. Foto: Brenda Medeiros

Texto: Levi Freire Jr
Fotos: Brenda Medeiros e A. Aviz 


 É impossível não se deslumbrar com a beleza arquitetônica do Congresso Nacional e de tudo mais que vemos em seu entorno. É aqui que encontramos a sede do Poder Legislativo: O Senado Federal e a Câmara dos Deputados. O conjunto arquitetônico é formado pelo prédio mais alto do Plano Piloto (28 andares) e de duas cúpulas, uma para cima (Câmara dos Deputados) e outra para baixo (Senado Federal). Quem assina a obra é o renomado arquiteto Oscar Niemeyer, falecido em 05 de dezembro de 2012.

“A Obra Prosseguiu. Não se tratava de um prédio isolado, mas de um palácio que constituíram a Praça dos Três Poderes, onde com os outros deveria ser integrado. E o afastamento existente me preocupava, e tanto, que mantive a cobertura do Congresso no nível das avenidas. Queria que a vista dos que chegassem passasse sobre ela, entre as cúpulas, até aquela praça. E o palácio surgiu simples e monumental. Com as cúpulas soltas no ar, destacando a importância hierárquica que representam. Era a integração da técnica com a arquitetura. Duas coisas que devem nascer juntas e juntas se enriquecer” – Oscar Niemeyer. (Fonte: Jornal Correio Brasiliense, em 25 de fevereiro de 1999).

Visitar o Congresso Nacional é programa obrigatório para todos que visitam a capital federal, por aqui encontramos muito mais do que vemos nos noticiários televisivos. Logo na entrada somos recepcionados por servidores treinados para receber o turista, em visitas guiadas e gratuitas. Enquanto aguardamos pelo inicio do tour no Salão Negro (o nome é em razão a cor do piso), podemos escrever em postais aos amigos e parentes, estes são distribuídos gratuitamente e o selo já está pago.

Levi Freire Jr. Congresso Nacional - Brasília - DF. Foto: Brenda Medeiros

Chega a hora da visita e o Relações Públicas do Senado, Fernando, nos chama para ver um vídeo para entendermos melhor o funcionamento das duas casas do legislativo federal. Vídeo.

Levi Freire Jr. "Alegoria de Brasília" Di Cavalcanti. Foto: Brenda Medeiros.

Ao caminharmos pelos corredores do Congresso nos deparamos com várias obras de arte, dentre elas a “Alegoria de Brasília” óleo sobre tela que possui 283cm x 881 cm, de autoria do artista Di Cavalcanti, localizada no Salão Verde da Câmara do Deputados.


Levi Freire Jr no Gabinete do Presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), aqui podemos sentar à mesa, exceto na que é reservada ao presidente. Foto: Brenda medeiros

Foto: A. Aviz

Um dos momentos mais esperados é a visita ao Plenário Ulysses Guimarães, em homenagem ao deputado que presidiu a Assembléia Constituinte de 1988. Ao chegarmos somos convidados a escolher e tomar lugar em um dos 396 assentos que curiosamente não são suficientes aos 513 e tão pouco são definidos, sendo a preferencia para os lideres dos partidos.  O número de assentos é insuficiente porque ao longo dos anos o numero de deputados foi aumentando. Na época em que o plenário foi construído sobravam lugares. Existem mais outros dois assentos adaptados para portadores de necessidades especiais.

Levi Freire Jr. Plenário Ulysses Guimarães. Foto: Brenda Medeiros

Outro ponto alto da visita é o Plenário do Senado Federal. A “casa” é menor, pois, possui um número menor de parlamentares, 81 senadores. Aqui os lugares são previamente fixados em ordem alfabética dos estados brasileiros. Aqui encontramos várias curiosidades a tapeçaria azul possui desenhos ( a bandeira do Brasil e a Catedral de Brasília) que não são fixos, são feitos com o aspirador de pó. Ao centro vemos um busto de Rui Barbosa e um crucifixo, crucifixo que também vemos no Plenário da Câmara.

Levi Freire Jr no Plenário do Senado Federal. Foto: Brenda Medeiros.


Levi Freire Jr no Plenário do Senado Federal. Foto: Brenda Medeiros.


Finalizamos o passeio com o “ Túnel do Tempo” que liga o prédio principal ao Anexo 2 do Senado, aqui existem painéis que contam a história do Senado desde sua criação em 1824, pela Constituição Imperial, até os dias atuais.

Levi Freire Jr no Túnel do Tempo - Senado Federal. Foto: Brenda Medeiros.


Visitas: Diariamente de 9h30 às 17h, inclusive em feriados. Ocorrem a cada 30 minutos. Contatos:  visitas@camara.gov.br, telefones (61) 3216-1771 (dias úteis) e (61) 3216-1768 (finais de semana e feriados). Não é permitido pessoas trajando bermudas ou shorts, nem chinelos.



Referências Bibliográficas:
<http://www.congressonacional.leg.br/portal/>.  Acesso em 06 agosto 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Encontros Memoráveis em Brasília By Levi Freire Jr


Família! Parte dela! Izabel, Carol, Levi Freire Jr, Dina e Ernani.
Numa madrugada fria, em breve passagem pela cidade satélite de Brazlândia tive a oportunidade de confraternizar com pessoas que há muito tempo não via. Mesmo cansados Wlad, Izabel, Ernani, Carol e Dina nos proporcionaram uma linda recepção e ainda tive a honra de cantar com o grande cantor e musicista Wald Borges.

Levi Freire Jr e Wlad Borges. Na Madrugada de Brazlândia - DF 

Levi Freire Jr depois de muitos anos sem cantar arriscando algumas notas com Wlad Borges.
Pela Manhã, bem cedo, antes de seguirmos viagem, recebemos a visita de Kelly, Saulo e meu lindo sobrinho Augusto que ficaram me devendo uma foto em família e minha sobrinha Sarinha que não pode estar presente e que ainda não conheço pessoalmente.

Em Brasília, tive encontros memoráveis com pessoas maravilhosas, pena que o tempo foi curto e não consegui ver todo mundo. Meu primo Elimário, na próxima oportunidade já está reservado um tempo só seu!


Amo vocês! 

Visita ao STF - Supremo Tribunal Federal By Levi Freire Jr

STF - Supremo Tribunal Federal. Foto: A. Aviz


Texto: Levi Freire Jr
Fotos: Brenda Medeiros e A. Aviz


Muitos não sabem que a maioria dos prédios públicos de Brasília são abertos a visitação, muitos deles gratuitos e com servidores públicos treinados para receber os visitantes.

Em nosso roteiro turístico na Capital do Brasil não poderia faltar a visita ao Supremo Tribunal Federal, ou simplesmente STF,  que é a cúpula do poder judiciário brasileiro e que acumula competências típicas de Suprema Corte, sendo um tribunal de última instância.

O STF foi criado logo após a proclamação da República (1889), funcionou durante 69 anos no Rio de Janeiro e em 1960 em virtude da transferência da Capital Federal, mudou-se para Brasília. Desde então, está localizado na praça dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário.  O Prédio do STF é um dos vértices de um triangulo imaginário desenhado por Lúcio Costa, Arquiteto que desenvolveu o Plano Piloto de Brasília, após vencer concurso em 1957.  

Vista aérea do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e identificado com a letra "A" o STF. Foto: Google Maps

A função principal e fundamental do STF é ser guardião da Constituição Federal Brasileira, analisando e julgando através das ADIN – Ação Direta de Inconstitucionalidade, ADC – Ação declaratória de Constitucionalidade, ADPF – Ação de descumprimento de Preceito Fundamental, os casos em que venham lesar ou ameaçar nossa carta magna. O Controle de Constitucionalidade das leis foi instituído com a Constituição de 1891.

Uma curiosidade é a arquitetura do prédio que abriga o STF, pois, as colunas deste é uma derivação das colunas do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da república.  
Palácio da Alvorada. Foto: A. Aviz
Na frente do STF encontramos a famosa escultura, “A justiça” do artista mineiro Alfredo Ceschiatti. A escultura (1961) é em granito de Petrópolis e possui aproximadamente 3,30 metros de altura por 1, 48 metro de largura, faz alusão a Themis que na mitologia grega era conhecida por sua percepção aguçada e julgamento perspicaz. Já dentro do prédio, na Porta Simbólica de acesso ao Plenário encontramos outra escultura, também denominada “A Justiça” também de Ceschiatti, sendo esta em metal dourado (1975). 

A Justiça de Alfredo Ceschiatti. A escultura representa a personificação da justiça, possui olhos vendados que representam a imparcialidade que a justiça precisa ter dando tratamento isonômico e equitativo a todos, a espada representa a força, a coragem, a ordem e a regra quesitos necessários para o bom direito. Foto: A. Aviz.

Levi Freire Jr. STF - Supremo Tribunal Federal. "A Justiça" de Alfredo Ceschiatti.
Foto: Brenda Medeiros

É ainda no Hall de entrada que nos encontramos com grandes juristas da história do Brasil representados por bustos, dentre eles: Rui Barbosa, Clóvis Beviláqua, Pedro Lessa, Teixeira de Freitas, Ubaldino do Amaral, Joaquim Nabuco, D. Pedro I, Barão do Rio Branco e Campos Sales.

Foto: A. Aviz


Levi Freire Jr em visita ao STF - Supremo Tribunal Federal.
Ao fundo vista do Congresso Nacional. Foto: Brenda Medeiros

Durante a visita percorremos  vários ambientes dentre eles: O Salão Branco que abriga a galeria de retratos dos ex-presidentes do STF e o  Salão Nobre local onde são recepcionados o Chefes de Estado de Países estrangeiros.

Levi Freire Jr. STF. Salão Nobre. Mobiliário do Século XIX em estilo francês, Tapeçaria em estilo Gobelin, lustres de bronze e cristais, Porcelanas de origem Japonesa.


Visitação Pública Não Agendada: 
Aos sábados, domingos e feriados nacionais, somente para visitar as dependências do Palácio. Os visitantes são acompanhados por servidor treinado e capacitado para expor e informar sobre a história institucional da Corte, assim como o mobiliário e as peças de arte do acervo histórico. Não há exigência de traje formal aos finais de semanas e feriados. Horário: 10h - 15h30 - saídas a cada 30 minutos. Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=sobreStfVisitacaoPublica


Referências Bibliográficas:
< http://www.stf.jus.br>. Acesso em 05 agosto 2013

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