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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Museu da Gente Sergipana – Aracajú. By Levi Freire Jr


Levi Freire Jr no Museu da Gente Sergipana - Aracaju.
Simplesmente fantástico, um museu que adotou os conceitos mais modernos de museologia, assim, por ser um museu com muita tecnologia disponível aos visitantes de forma a integra-lo aprendemos sobre a cultura e arte sergipana de uma forma divertida. Podemos compara-lo com o Museu da Língua Portuguesa e com o Museu do Futebol, ambos em São Paulo.

O Museu da Gente Sergipana é o primeiro em todo o nordeste brasileiro no formato apresentado, ou seja, com recursos de multimídia e sua execução foi possível com recursos do Banco do Estado de Sergipe – Banese, juntamente com o Governo do Estado.

Click nas fotos para ampliar. ( Fotos Levi Freire Jr)














Além da multimídia é importante destacarmos que o prédio escolhido para abrigar o museu, trata-se do antigo Colégio Atheneu Dom Pedro II, ou simplesmente Atheneuzinho, prédio histórico construído no inicio do Século XX, em 1926 pelo presidente da Provincia de Sergipe Del Rei, Grancho Cardoso. Na época o principal centro de formação educacional do Estado. O prédio ainda serviu de sede para vários órgãos públicos até ser desativado em 1996, quando então o Banese em 2009 inicia as obras de restauração, sendo em 2011 inaugurado o Museu da Gente Sergipana.


Colégio  Atheneu Dom Pedro II Foto: Levi Freire Jr.

Logo na entrada, uma estátua do Zé Peixe, uma das personalidades da cidade e do estado, que bem representa esta Gente Sergipana, cheia de força e fibra! 


Quem foi Zé Peixe? Aracaju - Sergipe. By Levi Freire Jr


Zé Peixe - Aracaju - Sergipe. Foto: Levi Freire Jr

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José Martins Ribeiro Nunes, ou simplesmente Zé Peixe foi um Prático, aqueles profissionais que orientam as embarcações na entrada e saída dos portos.

E o que ele tem de especial ou diferente dos outros práticos?
O que Zé Peixe tinha de especial era a forma incomum de trabalhar, ele simplesmente nadava! Isto mesmo! Quando as embarcações se aproximavam da Barra do Rio Sergipe ele ia ao encontro nadando, ou ficava aguardando em uma boa de sinalização e quando terminava as orientações pulava do navio e voltava apara a costa nadando...

Zé Peixe - Aracaju - Sergipe. Foto: Levi Freire Jr

O mais incrível é que Zé Peixe, que faleceu em 2012 aos 85 anos, continuou na ativa até os 82 anos, quando solicitou a Marinha em 2009 seu afastamento de forma definitiva.

 Veja os Vídeos de Zé Peixe Trabalhando:

Vídeo 01- Jornal Nacional 


Vídeo 02 - Entrevista Parte 01


Vídeo 03 – Entrevista Parte 02



Zé Peixe - Aracaju - Sergipe. Foto: Levi Freire Jr
Em vida Zé Peixe recebeu várias homenagens e agora recebe os visitantes logo na entrada do Museu da Gente Sergipana, onde é lembrado como um dos sergipanos mais notórios de todos os tempos.

Zé Peixe - Aracaju - Sergipe. Foto: Levi Freire Jr

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome... Museu Frida Kahlo. By Levi Freire Jr

 Em  novembro de 2012, A Vogue México  estampa em sua capa a pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954). 
Isto aconteceu  quase 60 anos após sua morte. Foto: Nickolas Muray.

A primeira vez que escutei a musica “Esquadros”, Composição/Interpretação de Adriana Calcanhoto em homenagem ao seu irmão cego, foi em um barzinho que ficava localizado na Av. 25 de setembro quase na esquina da Tv. Humaitá, em Belém do Pará, o famoso “ 25horas” !

A música que era um hino entre os frequentadores, causava Frisson, e naquela ocasião eu não entendia a dimensão da letra de conteúdo forte e sugestivo. Uma das frases cantadas e tocadas “Eu ando pelo mundo Prestando atenção em cores Que eu não sei o nome, Cores de Almodóvar Cores de Frida Kahlo Cores” ecoa em meus ouvidos até hoje e reflete em minha vida, e posso até dizer que seria uma perfeita “trilha sonora” da minha rotina pessoal e profissional, afinal, eu ando Pelo Mundo vendo coisas, pessoas e cores, pela janela do quarto de hotel, pela janela de um carro!

Naquela época, pesquisando sobre alguns dos personagens citados na música, comecei a ter a minha compreensão sobre o porque a música me impactava. Almodóvar, cineasta espanhol, sempre gerou muita polêmica em razão do conteúdo de seus filmes, com assuntos que à época chocavam, pois, eram verdadeiros tabus, e alguns ainda são! Mas foi quando encontrei Frida Kahlo que me identifiquei com esta personagem forte e polêmica que estava muito a frente da sua época. Uma visionária!

Museu Frida Kahlo. Foto: Levi Freire Jr.


Filha de luteranos alemães que migraram para o México em 1891, Frida nasceu onde hoje funciona o Museu Frida Kahlo, “La Casa Azul”, em Coyoacán, naquela época uma cidadela nos arredores da cidade do México, hoje um dos bairros desta megalópole. 


Levi Freire Jr no Museu Frida Kahlo.


A história de Frida, nem os mais talentosos roteiristas de drama poderiam imaginar. Aos seis anos de idade foi vitima de poliomielite que deixou uma lesão em seu pé direito “conferindo“ a ela o apelido de “Frida pata de palo”, Perna de Pau.  Sofreu um acidente que resultou em várias fraturas por todo o corpo, teve uma perfuração por barra de ferro que atravessou sua pélvis saindo pela vagina, fez  vários tratamentos e infinitas cirurgias para reconstruir seu corpo,  casou-se por duas vezes com o mesmo homem com quem teve uma relação conturbada e varias relações extra conjugais com homens e mulheres, teve três abortos, amputação de uma perna, morreu de pneumonia, e ainda assim existe a hipótese de suicídio por overdose.     

Como percebemos a vida de Frida Kahlo não foi nada fácil. Queria ser médica, mas começou a pintar muito cedo, talvez influenciada por seu pai que tinha a pintura como um passatempo. Assim, Frida passou a assistir as aulas de desenho e modelagem na Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México, no bonde, a caminho para uma das aulas, aos 18 anos, sofre um acidente. Sobrevive por milagre, dada a gravidade do acidente. Precisou utilizar coletes ortopédicos e foi durante o período em que estava se convalescendo que começa a pintar de forma mais intensa,  uma de suas obras foi em um dos seus coletes o qual intitulou a obra como: “A Coluna Partida”.  Suas obras sempre muito coloridas expressavam suas angustias, dores, medos, revoltas, e tudo isto, aliado ao folclore e a arte Popular Mexicana.

Levi Freire Jr nos Jardins da Casa de Frida Kahlo. Cidade do México. 

A vida pessoal de Frida sempre se confundiu com sua arte. Casou-se com o renomado pintor Diego Rivera, um mulherengo inveterado. Rivera, também sabia das relações de Frida com outras mulheres, só não aceitava as relações extraconjugais de Frida com outros homens. Após flagrar o marido em relação sexual com sua irmã mais nova, Cristina, se separa de Rivera e passa a ter um caso com Leon Trotskium, um intelectual marxista e revolucionário bolchevique, organizador do exército vermelho e rival de Stalin.

Passado um tempo, Frida volta a se casar com Diego Rivera, e mesmo morando em casas separadas, ligadas por uma ponte, a relação  continua conflitante, tal qual o primeiro casamento. Apesar de ter engravidado por três vezes, nunca conseguiu realizar o sonho de ser mãe, pois, o acidente do passado comprometeu seu útero impedindo de levar uma gestação até o final.  

Frida tem uma gangrena e tem a perna amputada. A saúde de Frida, frágil desde sempre, é agravada por uma pneumonia, e vem a falecer em 1954. Apesar de em seu atestado de óbito declarar como causa da morte embolia pulmonar, não é descartada a hipótese de overdose em razão dos muitos medicamentos que tomava.  

A última mensagem em seu diário: "Espero alegre minha partida, e espero nunca mais regressar” – Frida.

Seu corpo foi cremado e as cinzas  estão no museu criado em 1958, quatro anos após sua morte.


Frida Kahlo é um dos principais personagens da história contemporânea mexicana, não apenas por sua vida conturbada e polêmica, mas principalmente pelo legado de superação, por sua arte e por enxergar  beleza em meio a tantas tragédias!

Frida Kahlo esta estampada na cédula de Quinhentos Pesos. Foto: Levi Freire Jr.




quarta-feira, 23 de julho de 2014

Nossa Senhora do Leite - Museu de Arte Sacra do Pará



Nossa Senhora do Leite, Imagem em Madeira Policromada do Século XVIII que ficou cerca de 30 anos desaparecida e que hoje faz parte do acervo do Museu de Arte Sacra do Pará. Foto: Levi Freire Jr. 
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Uma raridade da Arte Sacra no mundo, a imagem de Nossa Senhora do Leite por certo é uma das principais atrações do Museu de Arte Sacra do Pará - MAS.  Sempre tive vontade de fotografar e dividir com vocês, mas em razão da proibição, que se faz necessária, nunca pude! Neste mês de julho/2014, a imagem desceu para a galeria Augusto Fidanza (no próprio MAS) as fotos foram liberadas, mas em agosto, após o termino da manutenção do andar superior do museu, a imagem volta a seu local “original” e as fotos deixam de ser permitidas!   

Trata-se de uma escultura em madeira policromada do Século XVIII em que nossa senhora está amamentando o menino Jesus e com o seio esquerdo à vista num momento sublime, terno e materno. Contudo, naquela época a imagem foi considerada vulgar, um escândalo e um sacrilégio, assim, deu-se a ordem, para que todas as imagens que tivessem o seio de nossa senhora exposto, fossem destruídas.

Nossa Senhora do Leite, Imagem em Madeira Policromada do Século XVIII que ficou cerca de 30 anos desaparecida e que hoje faz parte do acervo do Museu de Arte Sacra do Pará. Foto: Levi Freire Jr.


Daquela época poucas imagens restaram! Tenho conhecimento de uma (século XVIII) que está localizada no Solar do Ferrão, no Centro Histórico do Pelourinho, em Salvador, onde funciona o Museu Abelardo Rodrigues.

Imagem de Nossa Senhora do Leite Século XVIII, Museu Abelardo Rodrigues.
Salvador/Bahia. Imagem extraída de: http://caminhotrilhado.blogspot.com.br/2009/04/nossa-senhora-do-leite.html

O Museu de Arte Sacra do Pará composto pela Igreja de Santo Alexandre e pelo antigo palácio episcopal (originalmente Colégio de Santo Alexandre) está localizado na Pça. Frei Caetano Brandão, s/n  Arcebispado - Cidade Velha. tel: 55 91 4009-8805 / 8838.  Faça uma visita! 

sábado, 12 de julho de 2014

Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. By Levi Freire Jr


Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. Foto: Levi Freire Jr
Rodovia BR 367, Km 75 Aldeia Pataxo, Santa Cruz Cabrália, Bahia 45807000, Brasil


Texto e Fotos: Levi Freire Jr

Apesar de estar descuidado o museu é uma excelente opção para quem quer conhecer um pouco sobre a história do Brasil e dos nativos que aqui viviam antes da “descoberta” por Pedro Álvares Cabral. Os painéis, onde estão dispostos os desabafos de alguns indígenas, são uma boa oportunidade de reflexão sobre nossa história, cultura e da ambição humana.

Levi Freire Jr no Museu Indígena - Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia

Levi Freire Jr no Museu Indígena - Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia

Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. Foto: Levi Freire Jr 

Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. Foto: Levi Freire Jr 

Levi Freire Jr no Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. 

Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. Foto: Levi Freire Jr 

Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. Foto: Levi Freire Jr 

Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. Foto: Levi Freire Jr 

Levi Freire Jr no Museu Indígena - Praia de Coroa vermelha - Santa Cruz Cabrália - Bahia - Brasil. 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Museu Paraense Emílio Goeldi By Levi Freire Jr

Rocinha. Museu Paraense Emílio Goeldi. Foto: Levi Freire Jr.

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Texto: Levi Freire Jr.
Fotos: Levi Freire Jr, Google Images.


Quando pensamos em museu visualizamos aquele lugar aonde são colocados objetos antigos, obras de arte.  Este pensamento não é errado, mas por certo é limitado.

Um museu, sobretudo, tem o objetivo de ser um local destinado à pesquisa, ao estudo, a ciência. Neste sentido, temos um excelente exemplo: o Museu Paraense Emílio Goeldi – MPEG.

Trata-se de uma instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil, sendo seu principal escopo estudar e empreendender pesquisas cientificas no que tange os sistemas naturais e socioculturais da Amazônia, em especial da “Amazônia legal” que foi criada, principalmente, com o objetivo de melhor gerir e planejar economicamente a região. Abrange os seguintes estados em sua totalidade: Amazonas, Pará, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Tocantins. Além de parte dos Estados do Maranhão (Nordeste) e Mato Grosso (Centro-Oeste).

Levi Freire Jr. Rocinha. Museu Paraense Emílio Goeldi.

 Contudo, é na capital do Estado do Pará, Belém, que está a sede do MPEG que vem colaborando há anos com os estudos e o desenvolvimento da região amazônica, sua fundação é  na segunda metade do século XIX (1866), entretanto, sua história começa com os Naturalistas que por aqui estiveram no início do Século XIX que em várias expedições à Amazônia foram compostos de Ingleses, Franceses, Italianos, Americanos e Russos. 

 Como está dividido o MPEG?

Atualmente o Museu Goeldi possui três bases cientificas:

1 – Parque zoobotânico – em uma área de 5,2 ha. É aqui no centro de Belém que encontramos a diretoria do museu, a área administrativa e até a editora do Museu.

2 – O Campus de Pesquisa, Inaugurado no ano de 1980, em Belém, possui uma área de 12 hectares onde funcionam aqui as coordenações de Botânica, Zoologia, Ciencias Humanas, ciências da terra e ecologia, Informação e Documentação.

3- A Estação Cientifica Ferreira Penna – ECFP, inaugurada em 1993, localizada no município de Melgaço/Pará, dentro da Floresta nacional de Caixuanã.  Os 33 mil hectares que compreendem a estação cientifica foram cedidos pelo IBAMA e recebe cientistas do mundo inteiro e tem como objetivo desenvolver diversas áreas do conhecimento.

Levi Freire Jr no parque Zoobotânico Emílio Goedi. Belém - Pará - Brasil  

Mas como surgiu o Goeldi? 

Sua gênese está relacionada com a criação da associação Philomática (amigos da ciência) no dia 06 de outubro de 1866 em sessão solene no Palácio do Governo, presidida pelo cientista Domingos Soares Ferreira Penna que recebeu incentivos de Louis Agassiz, suíço que esteve em expedição cientifica no Brasil. No entanto, somente em 25 de março de 1871, que o Museu Paraense foi oficialmente instalado sendo nomeado Diretor Domingos Ferreira Penna.

Em 1889 com o fim do império e com a morte de Ferreira Penna, o Museu Paraense fecha as portas. Em 1891 Justo Chermont, José Veríssimo e Lauro Sodré reformam e reabrem o Museu.  Entre os anos 1890 e 1910 o estado do Pará vive o auge do ciclo da borracha tornando-se o maior exportador do produto para o mundo, foi neste período, que Lauro Sodré chama diretamente do Rio de Janeiro Emílio Goeldi, Zoólogo, Suíço, Naturalista que assume a direção do Museu em 09 de Junho de 1894, tendo irrestrito apoio do governo para transformar o Museu Paraense em um centro de pesquisa de referência Internacional.

Em 1895 foi criado o parque zoobotânico que além de ser uma nova opção de  lazer para a população, trouxe consigo o escopo de educar através da mostra da fauna e flora. Em 1896 começam a exploração de grande parte da Amazônia com o objetivo de coletar material para o que se tornaria a primeira coleção zoológica, Botânica, Geológica e etnográfica. O nome Museu Paraense passaria a se chamar Museu Paraense Emilio Goeldi em 1900, em plena virada do século.

Parque Zoobotânico Emílio Goeldi. Foto: Levi Freire Jr. 

E o MPEG nos dias atuais?


O MPEG está ligado, desde 1954, ao CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico, entretanto, com objetivo de ampliar as pesquisas em âmbito nacional e avançar em políticas publicas para a Amazônia o MPEG passa, em 2000, a ser é subordinado ao Ministério da Ciência e tecnologia.  

Em 2001, começam os primeiros frutos desta mudança e é criado o curso de pós-graduação em botânica, parceria com a UFRA – Universidade Federal Rural da Amazônia. Desde então, os programas científicos crescem e solidificam: Programa Biodiversidade da Amazônia, em conjunto com a Conservação Internacional (CI-Brasil); Redes científicas e tecnológicas, como a Rede Nacional de Pesquisas (RNP); o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM); o Tropical Ecology Assessment and Monitoring (TEAM); o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA); a Rede Temática de Pesquisa em Modelagem Ambiental da Amazônia (GEOMA).



Referências Bibliográficas:

http://www.museu-goeldi.br/portal/

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Museu do Futebol - Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho - Estádio do Pacaembu - By Levi Freire Jr

 
Levi Freire Jr no Museu do Fotebol - São Paulo - Brasil 



Texto e Fotos: Levi Freire Jr

É redundante falar que São Paulo é a capital brasileira da Cultura, a quantidade de museus é enorme. É imperioso que façamos a escolha de dois ou três museus para cada visita a Sampa, assim, quem sabe em algum momento consigamos conhecer todos.

Hoje estive no Museu do Futebol, a proposta é bem diferente, pois, mistura a história do Brasil com a história da música e da poesia que culmina na paixão da maioria dos brasileiros: o futebol.

A entrada do museu custa R$ 6,00 reais por pessoa e aceita meia-entrada, basta apresentar carteira de estudante. Professores comprovando a regularidade com o exercício da profissão, através do contracheque tem entrada gratuita, assim como os guias de turismo. 

Levi Freire Jr com os solícitos, competentes e simpáticos monitores do Museu do Futebol.
A esquerda da foto Raphael Vasconcelos e a direita da foto Eduardo Silva . 


A visita não é guiada, mas por todo o espaço encontramos com facilidade monitores que são muito simpáticos e solícitos em esclarecer eventuais dúvidas. Importante frisar que dentro do Museu é terminantemente proibido o uso de qualquer máquina fotográfica, com ou sem flash. Os únicos locais permitidos para foto são nas passarelas que dão vista para a frente do Estádio e para o campo.


Levi Freire Jr durante visita ao Museu do Futebol. Ao fundo a vista da entrada do Estadio do Pacaembu. 

  
Levi Freire Jr durante visita ao Museu do Futebol.



Mais do que sobre esporte, o Museu do Futebol é, antes de tudo, um museu sobre a história do povo brasileiro. Um museu cercado pelos mistérios da euforia que todos temos pela bola, pelo drible, pelo chute e pelo gol. Um mistério que opera sobre eruditos e simples, que unifica e separa como as grandes paixões coletivas, onde as alegrias são sempre maiores que as tristezas. Entre no feitiço de como um esporte inglês, branco e de elite, aos poucos ganhou novos traços: tornou-se brasileiro, popular, mestiço e uma das mais reconhecidas manifestações culturais do nosso país. Visitar o Museu do Futebol é percorrer o Brasil do século XX e perceber como nossos usos, costumes e comportamentos são inseparáveis da trajetória desse esporte. O futebol tem o encanto de abrir nossos olhos para valiosas questões da história. Texto extraído de: http://www.museudofutebol.org.br/o-museu/

Levi Freire Jr durante visita ao Museu do Futebol.

Levi Freire Jr durante visita ao Museu do Futebol. Ao fundo a vista do campo do Estádio do Pacaembu.


Um dos aspectos interessantes do museu é que as instalações estão nas entranhas do gigante estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Estádio do Pacaembú. Lembrando que este estádio, na época em que foi inaugurado, foi considerado o maior da América do Sul, perdendo este título com a inauguração do Maracanã no Rio de Janeiro.

Para conhecer o espaço é necessário tempo, pelo menos umas duas horas para conhecer os dois andares com as 16 etapas que compõem a exposição denominada “Percurso do Torcedor”: Grande área, Saudação do Pelé, Pé na bola, Anjos barrocos, Gols, Rádio, Exaltação, Heróis, Rito de passagem, Copas do mundo, Pelé e garrincha, Passarela radialista Pedro Luiz, Números e curiosidades, Visita à arquibancada, Dança do futebol, Jogo de corpo, Homenagem ao Pacaembu.


Levi Freire Jr. Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho - Estádio do Pacaembu.

Ao final da visita você é convidado a bater uma bola, chutar ao gol e ainda fica sabendo qual o impacto de seu chute em quilômetros por hora. Guarde seu ingresso, pois, você tem direito a uma foto gratuita que ficará condicionada ao número deste ingresso. A foto fica disponível até dois dias úteis, prazo em que o visitante deverá acessar o site: www.museudofutebol.org.br e proceder com o envio ao seu e-mail.


Esta em São Paulo? Visite o Museu do Futebol!  

Museu do Futebol
Praça Charles Miller, S/N - Estádio do Pacaembu
São Paulo - (55) 11 3664-3848
contato@museudofutebol.org.br

Ouvidoria:
(55) 11 2627-8054
ouvidoria@cultura.sp.gov.br





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